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Endurinho leva crianças ao enduro equestre em Guarapuava no dia 19

A atividade é gratuita, tem percurso de um quilômetro e aceita quem nunca montou. As 50 vagas são preenchidas no próprio dia, na Colônia Vitória, a partir das 14h30.

2 min de leitura
Imagem ilustrativa: Dois cavaleiros atravessam um pasto em área rural, sob céu nublado
Imagem ilustrativa · Não retrata o fato · Foto: Lucas Albino / Pexels
Quando: 19 de September de 2026, 14:30
Onde: Colônia Vitória
Organização: Diretoria Paranaense de Enduro

Criança que nunca subiu num cavalo pode fazer isso no dia 19 de setembro, em Guarapuava. O Endurinho acontece dentro da 3ª Etapa Paranaense de Enduro Equestre, na Colônia Vitória, e é gratuito.

O percurso tem cerca de um quilômetro, adaptado para o público infantil. Quem já anda a cavalo faz o trajeto com mais autonomia. Quem nunca montou vai acompanhado por monitores experientes, que conduzem o animal durante todo o caminho.

Os cavalos e os equipamentos saem dos próprios competidores, que emprestam capacetes e coletes e ajudam a conduzir os animais. O uso desses dois itens é obrigatório. Para as crianças, a recomendação é roupa confortável: calça, camiseta e tênis.

Não há idade mínima. Quanto menor a criança, mais gente fica por perto: em alguns casos um adulto leva o cavalo enquanto outro caminha ao lado dela. Na prática, a atividade costuma atender até os 17 anos.

São 50 vagas, e a inscrição é feita no próprio dia, no local da competição. Não é preciso ter experiência anterior com cavalos.

Brunna Karoline Santana, que integra a Diretoria Paranaense de Enduro e dá aulas na Escola de Equitação La Paloma, explicou ao G+ Notícias que o Endurinho foi pensado para quem ainda não reúne as condições de disputar as provas oficiais, mas quer saber como elas são.

Por isso a atividade não se resume à cavalgada. Para os participantes mais rodados, há tarefas que imitam etapas reais da competição, como o resfriamento do cavalo e a passagem pela avaliação do veterinário. Segundo ela, a criança vai entendendo a dinâmica da prova e é tratada como atleta, torcida inclusive.

O efeito aparece na conta dos anos seguintes. Ainda ao G+ Notícias, a instrutora contou que todos os atletas mirins da escola onde trabalha, com idades entre 7 e 13 anos, passaram pelo Endurinho antes de entrar nas competições.

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