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Renan Otah lança O Menino da Chuteira Dourada com show gratuito

O cantor se apresenta no Teatro Paiol no sábado, às 20h, com entrada franca e ingressos pela Sympla; o disco de sete faixas chegou às plataformas em 7 de setembro.

2 min de leitura
Imagem ilustrativa: Foto focada de uma chuteira de jogador de futebol em um campo gramado, com um companheiro de equipe ao fundo.
Imagem ilustrativa · Não retrata o fato · Foto: BOOM 💥 Photography / Pexels
Quando: 12 de September de 2026, 20:00
Onde: Teatro Paiol

O cantor e compositor Renan Otah faz o show de lançamento do álbum "O Menino da Chuteira Dourada" no sábado (12), às 20h, no Teatro Paiol, na Rua Coronel Zacarias, 51, no Prado Velho. A entrada é gratuita, e os ingressos são retirados pela Sympla.

O disco chegou às plataformas em 7 de setembro, com sete faixas. O ponto de partida é a lembrança de um menino que queria ser jogador de futebol, e o assunto é o que acontece com esse desejo quando o caminho muda: confiança, pertencimento e identidade.

Ao HojePR e ao Me Gusta Curitiba, Renan Otah disse que o trabalho nasceu da vontade de olhar para aquele menino com mais carinho. Segundo ele, não se trata de voltar à infância, mas de reconhecer o que ficou dela e de lembrar de quem veio antes. O sonho, afirma, mudou de forma, e a procura por um lugar no mundo continua.

No álbum, o futebol funciona como linguagem, e não como destino. A chuteira dourada é o símbolo que atravessa a história: uma confiança que aparece, se quebra e volta a ser construída. A faixa de abertura mostra o personagem no tempo em que brincar e brilhar eram a mesma coisa; mais adiante, o disco acompanha o momento em que essa segurança cai.

A sonoridade fica perto do pop brasileiro de agora, com a canção no centro e violões, beats e flows compondo os arranjos. "Brotinho Brasileiro" e "Olhar pra Trás" saíram antes, como singles, em junho e julho. A primeira guarda a leveza e a disposição de arriscar; a segunda olha para a mesma história a partir do presente, com autoaceitação e ancestralidade no centro.

Completam o disco "Terra Fértil", em que o espelho deixa de ser só lugar de conflito, além de "Rasteira" e "Desconsagrado Jogador". O fim fica com "Voando Baixo", que retoma a chuteira por outro ângulo: o personagem volta a se mexer, percebe que não está sozinho e leva a alegria junto.

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