Pular para o conteúdo
Hub News

Anvisa libera fruquintinibe para tratar pacientes com câncer colorretal metastático

Fruzaqla amplia as alternativas terapêuticas no país para adultos em estágio avançado que já passaram por quimioterapia prévia, oferecendo ganho comprovado de sobrevida.

atualizado em 11/09, 03:32 2 min de leitura
Imagem ilustrativa: Foto de close-up de vários comprimidos farmacêuticos, cápsulas e frascos de medicamentos em uma mesa.
Imagem ilustrativa · Não retrata o fato · Foto: Atlantic Ambience / Pexels

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) oficializou a concessão do registro comercial para o medicamento Fruzaqla, cujo princípio ativo é o fruquintinibe. A decisão regulatória, noticiada pela Folha de Irati a partir de informações apuradas pela CNN Brasil, introduz uma nova alternativa no país para o cuidado clínico de pacientes adultos diagnosticados com câncer colorretal metastático.

O fármaco foi aprovado especificamente para indivíduos cujo quadro oncológico continuou a progredir mesmo após a realização de protocolos quimioterápicos tradicionais, incluindo regimes baseados em fluoropirimidina, oxaliplatina e irinotecano, além de terapias direcionadas aos fatores de crescimento celular (anti-VEGF e anti-EGFR). A terapia atua como recurso complementar para fases em que as intervenções convencionais de primeira e segunda linha já não produzem a resposta esperada.

Ao veículo Folha de Irati, a oncologista Sabina Aleixo avaliou que a liberação preenche uma lacuna relevante na rotina hospitalar. Conforme relatou ao jornal a especialista, o medicamento demonstra eficácia exatamente quando o paciente tem menos caminhos terapêuticos disponíveis, viabilizando o controle prolongado do tumor e impactando positivamente a sobrevida global dos doentes em acompanhamento contínuo.

Também ouvida pelo jornal Folha de Irati, a médica oncologista Roberta Galvão destacou que o manejo de tumores colorretais em estágio disseminado exige variedade de ferramentas farmacológicas. Segundo declarou ao veículo a profissional, os ensaios clínicos registraram ampliação relevante no tempo de vida dos participantes tratados com a substância, embora, como em qualquer intervenção oncológica de alta complexidade, o uso demande acompanhamento médico constante contra possíveis efeitos adversos decorrentes da dosagem.

Você marcou muitas publicações em pouco tempo. Espere um minuto e tente de novo.

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Imagens dos leitores

Ainda não há fotos desta publicação. Se você esteve lá, mande a sua.

Leia em outras fontes

O texto acima é nosso, escrito a partir dos fatos. Para uma cobertura mais completa e aprofundada sobre o assunto, ou para visualizar imagens oficiais, acesse os links acima.

Leia também